AMIC

A AMIC- Associação Amigos da Criança foi fundada pela pedagoga Eliana dos Santos em 1990. Desde então desenvolve um amplo trabalho de combate à fome e a inclusão social nas regiões mais carentes da cidade de Campinas, São Paulo. A obra que conta atualmente com inúmeras frentes de trabalho junto às comunidades atendidas, nasceu a partir da amizade entre Eliana dos Santos e Chico Xavier. Guiada pelas palavras e exemplos de amor do médium mineiro, a professora deu início a concretização do sonho de promover a ação amiga em torno do sofrimento.

Com a ajuda de voluntários, amigos e empresas parceiras, o pequeno projeto foi crescendo e se ampliando, formando uma grande rede de solidariedade, que atende crianças, jovens e suas famílias. Foi esse grande exemplo de dedicação e solidariedade da mãe e fundadora da AMIC, Eliana dos Santos, que inspirou os passos de Ana Ariel na causa social. Caminho abraçado pela cantora e que faz parte da história de sua vida. Ana Ariel é diretora da AMIC, fundadora do projeto em defesa da vida: SOS Afeto, líder de louvor no coral e coordenadora do grupo de jovens da Casa de Oração Fé e Amor, em Campinas.

Uma história de amor

Certa vez, um grande empresário perguntou para Ana Ariel se ela não sonhava em se mudar de Campinas para ir em busca de novos horizontes além da sua Casa, a AMIC? Diante do questionamento, Ana respondeu que poderia pensar sobre o assunto, mas havia uma lista de exigências para tanto.

O empresário pediu para que seu assistente anotasse todas as exigências, crente que ela se referia a salário, carro, casa e outros benefícios. Então Ana começou a enumerar sua lista de necessidades:
– Família: pai, mãe, filhos, marido, amigos raros e únicos.
– Três Educandários totalizando em torno de mil crianças.
– Um Coral que a acompanha louvando a Deus há pelo menos 18 anos, com cerca de 40 pessoas mais suas famílias.
– Uma Ecoville com 20 mil metros quadrados para que seus filhos continuassem sendo criados junto à natureza e a simplicidade da doutrina espírita pregada em todos os anos da evangelização infantil.

Ah! Outro item Importantíssimo: Sua Casa Espirita, por ter nascido, sido criada nela e como quarta geração de mulheres espiritas não poderia se mudar.

Enquanto falava, o tal assistente logo parou de tomar nota e começou a rir, relatando para o grande e bondoso empresário que a lista da cantora se referia ao sentimento de saudade que Ana sentiria, caso aceitasse o tal emprego, se mudando para a região da empresa contratante.
– Ana ficou em silêncio por alguns instantes e respondeu:
– “Não se trata de saudade, mas estou lhe mostrando de onde vem minha inspiração, meus sonhos, minha alegria em cantar, meu modo de falar com Deus. Sem tudo isso eu sou apenas mais uma cantora, e em pouco tempo nem isso eu serei, pois meu canto nasce desta dor que vejo nos educandários em crianças que ainda não foram abraçadas, nem muitas vezes, alimentadas. Vem desta família que me criou tão perto do sagrado, dos meus companheiros de música que acreditam ser vasos nas mãos de Deus ao cantar. Sem tudo isso vocês não iriam me querer como produto artístico”.
Diante dessas palavras o empresário se calou e foi embora. O assistente continuou ao lado do telefone aguardando instruções, quando recebeu a ligação de seu chefe, que pediu que lhe transmitisse o recado: “Ele disse que assim como você não desiste dos seus sonhos, ainda não desistiu de contrata-la”.
Ana encerrou a conversa refletindo: “Não sei se um dia receberei outra chance deste tamanho em meu caminho profissional, mas acredito que o Reino de Deus não é deste mundo e que meus dons e talentos foram feitos apenas para servi-Lo. E isso se aprende na AMIC”!

Para conhecer mais, clique aqui e visite o site da AMIC.

A AMIC- Associação Amigos da Criança foi fundada pela pedagoga Eliana dos Santos em 1990. Desde então desenvolve um amplo trabalho de combate à fome e a inclusão social nas regiões mais carentes da cidade de Campinas, São Paulo.
A obra que conta atualmente com inúmeras frentes de trabalho junto às comunidades atendidas, nasceu a partir da amizade entre Eliana dos Santos e Chico Xavier. Guiada pelas palavras e exemplos de amor do médium mineiro, a professora deu início a concretização do sonho de promover a ação amiga em torno do sofrimento.
Com a ajuda de voluntários, amigos e empresas parceiras, o pequeno projeto foi crescendo e se ampliando, formando uma grande rede de solidariedade, que atende crianças, jovens e suas famílias.
Foi esse grande exemplo de dedicação e solidariedade da mãe e fundadora da AMIC, Eliana dos Santos, que inspirou os passos de Ana Ariel na causa social. Caminho abraçado pela cantora e que faz parte da história de sua vida. Ana Ariel é diretora da AMIC, fundadora do projeto em defesa da vida: SOS Afeto, líder de louvor no coral e coordenadora do grupo de jovens da Casa de Oração Fé e Amor, em Campinas.

SOS AFETO

Ana Ariel tinha 13 anos quando assistiu pela primeira vez: ” O Grito Silencioso”, vídeo elaborado pelo Pró-Vida, que trata sobre o aborto e suas consequências. o material foi levado em sala de aula pelo seu professor de teologia e pela coordenadora da PJE(Pastoral da Juventude Estudantil). Pessoas utilizadas como instrumento de Deus para trazer de volta de suas reminiscências a certeza de que o aborto não era algo indiferente ao seu espirito.E mesmo em um corpo tão jovem e inexperiente sobre os assuntos da sexualidade e das causas e consequências do aborto, daquele dia em diante nada mais foi mais igual. Ana esboçou num bloco de folhas de papel um “Projeto de Conscientização do Aborto”, onde levaria aquele vídeo aos jovens nas escolas. E assim aos 13 anos, Ana Ariel se tornou palestrante em defesa da vida! Segundo Ana, ela demorou muito para entender que não poderia falar contra o aborto, mas sim em defesa da vida, demorou para sair do julgamento e reconhecer quanta dor carrega uma alma feminina que aborta!Pode-se dizer que a espiritualidade protetora que a guiava para falar sobre a vida para uma mãe, a reconstruía como espirito. “Hoje posso dizer que quando reconheço uma alma feminina que cometeu este crime, meu único desejo é abraça-la e sonhar de novo junto dela, pois um aborto é sempre falta de afeto, de um bom companheiro, de apoio e de amor”, lembra Ana.

“Nesses mais de 15 anos como Ativista em defesa da vida, aprendi que quanto mais se ama uma grávida, maiores são as chances dela seguir a gestação, desta criança ainda recém chegada da pátria espiritual ter oportunidade de conhecê-la, ser acalentada, amamentada, maiores são as chances do amor vencer a morte”.